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A Mensagem Reencontrada não
se deve ler, como um livro
comum, necessariamente do
princípio ao fim. A melhor
maneira de abordá-lo é
abrindo ao acaso (...).
Mas abordá-lo não é
penetrá-lo. Leiamos o que
vem do seu conteúdo
profundo:
“O Livro é como a arca que
carrega e transmite o
segredo do Único. Muitos o
carregarão, mas poucos o
penetrarão.” (XXIII, 61)
“Aqui há mais do que uma
moral e mais do que uma
ascese, mais do que uma
filosofia e mais do que uma
mística. Aqui está a chave
da restituição do homem e do
mundo em Deus.” (IX, 36)
Aqui está o verdadeiro
conteúdo desta Mensagem, que
tem sido nomeada profética.
O livro se dirige à intuição
e à memória profunda, e não
à razão especulativa. São
poucos os que tiveram a
inteligência e a paciência
de lê-lo e meditar nele,
para assim penetrá-lo e
descobrir a via que leva ao
segredo vivente do homem,
sepultado no mais profundo
na natureza deste mundo.
(Charles d’Hoohgvorst,
Coloquio celebrado na
Universidade de Sorbone, em
Paris, dezembro de 2000 )
Texto enviado por Pedro
Sánchez Ferrer
Doutor em História Moderna e
Contemporânea pela
Universidade de Barcelona
Professor de Cabala e
Alquimia e A Cabala
Evangélica, ministrados
Na Livraria e Espaço Arjuna,
SP, Brasil

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